terça-feira, 20 de julho de 2010

Existente, persistente... fruto do amor!



Como andar em noites tranqüilas?
Se a tranqüilidade do mundo se foi!
Como andar na brisa dos ventos?
Se o que me trás é... É fumaça!
Como viajar na magnitude das construções?
Se ao lado o que existe são Ruínas.

Ruínas, de um tempo, que o a memória das noites sulfúreas levou!
Noites, que os orgasmos não foram sexuais, e muito menos emocionais.
E a emoção?
Meramente, ficou na cabeça daqueles que pensavam ser!

Donos que esqueceram seus criados!
Criados que esqueceram que eram donos!
Comida e bebida, somente aqueles que Mereciam teriam...
Mas, nem sempre, os que mereciam eram os que plantavam...
Eram os que cuidavam, os que cultivavam!

Muitos cultivavam o rancor, o ardor!
Poucos cultivaram o amor!
Mas esse amor!
Por poucos, cultivado sempre fora apaixonado.
Vezes até idolatrado... E sempre... Sempre inquestionável!

Nenhum comentário: